Fitoterapia – o tratamento natural mais antigo

Atrás do nome fitoterapia esconde-se, na verdade, a forma de tratamento mais simples, mais natural e mais antiga praticada pela humanidade: tratar as doenças ou preveni-las graças a certos preparados vegetais ou aos princípios ativos que deles se pode extrair.

Essa medicina verde é tão velha quanto o gênero humano. Nossos ancestrais, guiados pelo mesmo instinto dos animais que comem ervas para curarem-se, sabiam distinguir as plantas comestíveis daquelas que podiam curar cicatrizar, aliviar ou matar. Esses conhecimentos empíricos, adquiridos no dia-a-dia, transmitidos de geração a geração, estão tanto na origem de todas os tratamentos naturais quanto na nossa medicina atual.

Por milhares de anos o tratamento para os males e doenças que atingem o homem era majoritariamente feito por substâncias vegetais. É somente no início do século XX que a fitoterapia perde terreno para ceder a supremacia aos medicamentos sintéticos. Após ter começado por isolar o princípio ativo primordial de cada planta, voltamo-nos para a produção industrial deles. Grande parte dos remédios que utilizamos hoje em dia são derivados de princípios ativos de substâncias vegetais.

fotos mostrando ervas para uso na fitoterapia
A fitoterapia é a forma de tratamento natural mais antiga conhecida pelos seres humanos

 

Diferença entre os medicamentos fitoterápicos e sintéticos

As plantas utilizadas na fitoterapia distinguem-se dos medicamentos sintéticos, pelo próprio fato de que a formação de um composto, feito a partir de seus elementos, realiza-se artificialmente nos remédios químicos, ao passo que ocorre naturalmente no próprio vegetal. Além disso, apesar dos químicos já conhecerem a composição exata de cada planta, não puderam ainda realizar uma síntese perfeita delas: os diferentes elementos que fazem parte do vegetal completam-se e combinam-se para acentuar sua ação terapêutica.

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Ausência de efeitos colaterais na fitoterapia

As terapêuticas químicas e sintéticas, atualmente em uso, muitas vezes implicam em algum tipo de reação. De fato, uma medicação forte demais corre o risco produzir efeitos colaterais ou até mesmo uma nova doença na pessoa já enferma, o que modifica todo o quadro clínica e põe o médico diante de sintomas inesperados. Também não se deve esquecer o perigo do vício em remédios, quadro que obriga o paciente a aumentar as doses a fim de obter os efeitos curativos procurados.

Quase nenhum desses fenômenos deve ser temido com prescrições fitoterápicas adaptadas ao doente e aos seus problemas de saúde. A planta medicinal corretamente escolhida de acordo com o tipo da doença a ser tratada e, sobretudo, devidamente preparada e dosada, não comporta baixíssimos riscos de intoxicação medicamentosa. Sua ação, pelo próprio fato de sua relativa lentidão e pelos elementos naturais que entram na composição do vegetal, também protege aquele que a utiliza contra o acúmulo de princípios ativos tão frequentemente constatado no caso de uso de medicamentos sintéticos.

A fitoterapia trata-se, pois de uma terapêutica que poderia ser chamada de “tratamento suave”.

Por fim, o emprego da fitoterapia é simples. Fazer um chá, preparar uma infusão, confeccionar urna cataplasma, adicionar à água do banho urna certa quantidade de essências, na verdade não representa nenhum esforço suplementar da parte daquele que pretende pedir às plantas a volta ao estado de saúde.

 

Veja o que vamos tratar em fitoterapia:

Onde encontrar, conservar e como utilizar as plantas na fitoterapia

Como preparar as plantas para o uso fitoterápico

Os Preparados Farmacêuticos ou Aromaterapia

Plantas Medicinais Classificadas por Categorias

A fitoterapia culinária