Vertebroterapia ou Osteopatia

A vertebroterapia é uma técnica aplicada por médicos especialistas que consiste em manipular, sob certas condições, os corpos ósseos que compõem o conjunto da coluna vertebral.

A vertebroterapia deve ser compreendida como representante do tratamento puramente mecânico cujo objeto é manejar  as vértebras, nos diferentes lugares (pescoço, costas, região lombar e sacro). Conforme o caso, essas manobras compreenderão tanto trações, que consistem simplesmente em estirar a coluna vertebral, como manipulações, técnica mais sutil e mais complexa, baseada na redução manual das lesões osteopáticas.

Estas ultimas, nesse caso, devem ser compreendidas como um distúrbio da estática vertebral, distúrbio do gênero dos que podem frequentemente provocar modificações funcionais que atingem um certo número de órgãos.

Totalmente desconhecida dos médicos antigos, a vertebroterapia, ou osteopatia (na terminologia anglo-saxônica), deve seu nascimento e desenvolvimento aos trabalhos de um médico americano, o doutor A.T. Still, nascido em 1830 e falecido em 1917.

foto mostrando técnica de vertebroterapia
A vertebroterapia manipula a coluna cervical para diminuir dores e evitar doenças

Quando criança, sofrendo de enxaquecas rebeldes e frequentes, teve, um dia, a ideia de esticar uma corda entre duas arvores, a alguns centímetros do chão , e apoiar a nuca nessa corda previamente forrada com uma coberta. Na ocasião de cada uma dessas manobras, sentia um alívio imediato da dor e do mal estar. Mais tarde, na época de seus estudos de medicina, tendo aprendido anatomia, compreendeu que a pressão da nuca sobre essa corda esticada determinava uma redução de atividade do nervo occipital, o que levava a um relaxamento da contratura dos múculos do pescoço e, logo, a uma melhora da circulação arterial do cérebro. Desse modo, achou que deveria existir urna relação de causa e efeito entre o distúrbio da estática vertebral e o distúrbio da função, o que determinava o aparecimento de fenômenos patológicos.

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Entretanto, já antes de Still ,em 1834, dois médicos ingleses, os irmãos Griffin, puderam constatar que existia uma certa sensibilidade das vértebras cervicais em quase todas as afecções associadas ao crânio. Do mesmo modo, por ocasião das manifestações brônquicas, cardíacas ou gastrintestinais, a zona de maior sensibilidade situava-se na altura da região dorsal média. Mais ou menos na mesma época, o médico sueco Ling achava que, nas doenças do coração, a sensibilidade vertebral ao apalpamento aumentava na altura dos 4o. e 5o. nervos dorsais. Mas é ao doutor Still que se deve os maiores progressos no que concerne ao conhecimento da topografia das vértebras quanto à sua repercussão sobre as vísceras.

Aplicando, então, esse conhecimento ao tratamento de inúmeros distúrbios que, pressentia, deveriam ser atribuídos a um desequilíbrio da estática da coluna vertebral, obteve resultados positivos, o que, como era natural, provocou a hostilidade de seus colegas. Apesar desses ataques, perseverou em suas pesquisas e, juntamente com jovens alunos atraí dos por seu método, formou a primeira escola americana de osteopatia, em 1892. Desde então, essa técnica terapêutica tomou um impulso considerável nos países de língua inglesa, e é agora praticada ao redor do mundo por grande número de médicos especializados.

 

O que veremos em vertebroterapia

As bases da vertebroterapia

As localizações patológicas e suas consequências

A vertebroterapia realmente funciona?

Mecanismo das lesões vertebrais